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Meu nome é Ricardo Pereira, tenho 32 anos, sou casado e tenho uma filha de 3 anos. Estou muito feliz por participar do Projeto Consumidor Consciente e junto a Mastercard Worldwide levar a educação financeira à um grande número de pessoas....

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Tenho 28 anos e sou independente financeiramente. Desde muito cedo aprendi a importância da disciplina e do planejamento financeiro. Como grande entusiasta da educação financeira, estou muito feliz com a oportunidade de colaborar com o projeto Consumidor Consciente da Mastercard Worldwide...

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Clubes de Investimento são uma boa alternativa para entrar no mercado de ações?

Terça, 1 de Dezembro de 2009

Clubes de Investimento são uma boa alternativa para entrar no mercado de ações?

Neste podcast Conrado Navarro entrevista Chistian Cayre,  investidor há mais de 10 anos, agente autônomo de investimentos e responsável pela consultoria CHR Investor.

No bate-papo Christian fala sobre os clubes de investimento e dá dicas importantes para quem quer iniciar aplicações de dinheiro desta forma.

Publicado por: Conrado Navarro a las 5:59 pm - 1 COMENTARIO Enviar a um Amigo
Série investimento - Imóvel é um investimento? Comprar ou alugar?

Terça, 24 de Novembro de 2009

Série investimento - Imóvel é um investimento? Comprar ou alugar?

O sonho da grande maioria da população brasileira é a casa própria. Muitos brasileiros gostariam de ter um imóvel e esse parece ser o principal objetivo financeiro de uma grande parcela de nossa população. Nos últimos anos, dentro do universo da educação financeira muitas questões começaram a ser levantadas sobre o assunto, entre elas um ponto importante principalmente para quem começa sua vida profissional e/ou familiar: o que é melhor, comprar ou alugar um imóvel? Alguns se perguntam se o imóvel deve ser considerado um investimento.

Em primeiro lugar, existem diversas situações que devem ser levadas em consideração quando se decide comprar um imóvel. A questão social e emocional é muito impactante e nem sempre abre espaço para uma discussão mais racional e pautada na matemática financeira. Cabe ressaltar que não existe certo ou errado, já que uma decisão pessoal envolve questões bastante particulares.

Mas, não há como negar que uma condição primordial é a questão financeira. Não raro, nos deparamos com situações em que não temos o dinheiro para a compra do imóvel à vista e nos vemos diante da opção tentadora de financiar o valor do bem e pagar em até trinta ou mais anos. É preciso compreender e aceitar que, nesta modalidade, paga-se, ao final, muito mais do que o valor recebido como crédito (valor de compra do bem).

Veja o exemplo abaixo, retirado do artigo “Imóvel: comprar ou alugar?” escrito pelo consultor financeiro Conrado Navarro, autor do livro “Vamos falar de Dinheiro?” (Novatec) e fundador do Dinheirama.com:

“Vamos  considerar um imóvel no valor de R$ 100.000,00. Via de regra, para financiar um determinado valor, serão cobrados juros e pagamento das parcelas por um determinado tempo. Suponha juros de 1,2% ao mês e financiamento em 20 anos (240 meses). Neste caso, a parcela a ser paga é de R$ 1.272,68. Por enquanto, você pagou R$ 1.272,68 por mês e ao final de 20 anos tem seu imóvel no valor de R$ 100.000,00 mais valorização (ou desvalorização). Pelo bem, você terá desembolsado R$ 305.443,20. O imóvel vale isso tudo?

Bom, se você optou pelo financiamento, pode dispor de R$ 1.272,68 todo mês. Note como a matemática financeira pode ser ‘traiçoeira’ - e por isso muito interessante e valiosa. Se você optasse por pagar um aluguel de R$ 750,00 e, portanto investisse a diferença de R$ 522,68 (valor da parcela – valor do aluguel) em um produto conservador, capaz de render 0,4% ao mês (descontada a inflação), durante os mesmos 20 anos, quando será que teria? Aproximadamente R$ 210 mil. Os R$ 100 mil para comprar um imóvel estariam disponíveis, integralmente e à vista, em cerca de 12 anos. Que tal?”

Os cálculos usados são simples, mas bastante poderosos. O financiamento pode se converter em uma opção terrivelmente cruel e ilusória para quem desconhece os números e as possibilidades que o uso consciente do dinheiro possibilita. Isso porque o compromisso de pagamento se estenderá por muito tempo e o valor pago quase nunca pode ser recuperado – a valorização do imóvel pode ocorrer (e geralmente ocorre), mas poucos optam por vender o imóvel e realizar o lucro.

Ao contrário do que pode parecer, sou a favor da compra da casa própria. Isso tem bastante valor para minha família e respeito a decisão – e tenho minha casa própria. Mas, não se iluda, a casa onde vive não é um investimento. É patrimônio, mas gera despesas, custos de manutenção etc. Nada melhor do que o aconchego do lar, mas para que pagar mais do que o triplo do valor se, com disciplina e suporte da família, é possível tomar uma decisão muito mais inteligente?

Publicado por: Ricardo Pereira a las 8:39 am - 0 COMENTARIO Enviar a um Amigo
Crianças e dinheiro: acabando com um tabu

Segunda, 26 de Outubro de 2009

Crianças e dinheiro: acabando com um tabu

Neste podcast Conrado Navarro entrevista Álvaro Modernell, especialista em educação financeira, criador da coleção Turminha do Cifrão (livros de educação financeira infantil).

Na conversa, Modernell explica que o processo de aprendizagem infantil com relação ao dinheiro é mais efetivo quando realizado de maneira natural e lúdica, aproximando o assunto do universo das crianças.

Publicado por: Conrado Navarro a las 2:02 pm - 0 COMENTARIO Enviar a um Amigo
Finanças comportamentais - controlando o impulso pela compra

Segunda, 24 de Agosto de 2009

Finanças comportamentais - controlando o impulso pela compra

 Por Ricardo Pereira

Você já reparou que muitas pessoas consideram o ato de ir às compras uma terapia? Gastar muitas vezes funciona como uma tentativa de fuga dos problemas ou como uma porta para um mundo novo, de conquistas e valorização pessoal - um mundo que, quase sempre, não cabe dentro de nosso orçamento.

De fato, comprar faz bem ao ego. Nos sentimos bem, nossa autoestima balança. Claro,  não é pecado algum desejar passar algumas horas passeando em lojas e consumindo bens e produtos. Acontece que raramente nos preocupamos em respeitar os limites familiares e objetivos impostos pelo planejamento financeiro. Deixamos a euforia e a emoção tomarem conta do cotidiano e gastar se transforma em uma atitude automática, corriqueira.

Dinheiro na mão voa (e não volta)

O comportamento é algo atualmente estudado por uma área interessante das finanças pessoais: a Psicologia Econômica. Temas como finanças comportamentais entram de forma definitiva na pauta de especialistas e consultores, o que abre excelente precedente para relacionarmos decisões financeiras e sentimentos. Afinal, somos racionais só quando queremos e adoramos justificar péssimas escolhas. Vamos mudar isso?

Existem diversas formas de não comprar por impulso. Uma delas é carregar o dinheiro contado para a compra desejada. Os cartões de crédito e débito também podem ser usados, afinal emitem uma nota para conferência que serve de alerta para os gastos efetuados. Mas é preciso usá-los como ferramentas de compra, facilitadores e não como crédito fácil.

Da mesma forma, ter um objetivo definido faz com que, ao gastar mais do que sua capacidade permite, a luz amarela se acenda. Com o planejamento em dia e o orçamento bem controlado, sua própria consciência financeira será sua inquisidora e mostrará que o consumo por impulso não pode ser mais importante do que a realização de um objetivo desejado e planejado. Nunca.

Momentos de grande apelo emocional, como casamento, nascimento do primeiro filho, ocasiões únicas (formaturas, reencontro de velhos amigos etc.) costumam ser as piores ocasiões para o bolso e para o consumo consciente. A vontade de oferecer o melhor extrapola o padrão de vida de muitas pessoas, o que as coloca em delicada situação. A solução é manter a simplicidade e controlar o ímpeto, atendo-se às compras que caibam em seu planejamento. Aproveite promoções e saiba lidar com as exigências da sociedade; poucas delas precisam ser cumpridas à risca.

A importância do consumo

Faço questão de frisar que as boas práticas financeiras não condenam o consumo. Afinal, a partir dele a economia de um país gira, cresce e gera empregos. Entretanto, não podemos concordar com o consumo sem critério, indiscriminado. O mundo passa por uma transformação onde velhas praticas financeiras passam por questionamentos, inclusive sobre os aspectos de sustentabilidade.

Perceber a linha tênue entre consumir com responsabilidade e passar dos limites é um grande desafio. Mas, você há de concordar, ele precisa ser encarado com atitude, energia e desejo de mudança. Ora, quem concilia bem estar, objetivos plausíveis e planejamento financeiro com certeza tem uma vida mais plena e feliz.

Publicado por: Ricardo Pereira a las 11:10 am - 0 COMENTARIO Enviar a um Amigo