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Meu nome é Ricardo Pereira, tenho 33 anos, sou casado e tenho uma filha de 3 anos. Estou muito feliz por participar do Projeto Consumidor Consciente e junto a Mastercard Worldwide levar a educação financeira à um grande número de pessoas....

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Tenho 29 anos e sou independente financeiramente. Desde muito cedo aprendi a importância da disciplina e do planejamento financeiro. Como grande entusiasta da educação financeira, estou muito feliz com a oportunidade de colaborar com o projeto Consumidor Consciente da Mastercard Worldwide...

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BLOG

Sou jovem e quero investir. Por onde começar?

Segunda, 5 de Julho de 2010

Sou jovem e quero investir. Por onde começar?

Pensar no futuro é algo fundamental, principalmente quando somos jovens e o futuro parece ser algo tão distante. A realidade mostra que o tempo passa muito rápido e, justamente por isso, é indispensável encontrar, desde cedo, um bom destino para os investimentos.

 

Para iniciar o chamado “pé de meia”, um investimento muito eficiente é a caderneta de poupança. Mesmo que ainda não tenha uma renda assalariada ou viva de mesada, você já pode separar um percentual para investir e planejar os dias que virão.

 

Por que a poupança?

É um investimento que não cobra taxa de administração e não tem incidência de Imposto de Renda, sendo ainda preservada de maiores riscos pelo FGC (Fundo Garantidor de Crédito): valores de até R$ 60 mil são assegurados em caso de qualquer problema com o banco. A poupança também pode servir para acumular um saldo maior para no futuro criar condições de investimento em produtos mais sofisticados.

 

Tempo, um ativo valioso.

Quem é jovem tem em seu perfil o maior diferencial quando o assunto são investimentos: o fator tempo. Trata-se de um componente que, desde que com a devida prudência e dentro dos limites impostos pela realidade de cada um, permite ao jovem correr certos riscos. Riscos esses que, com o tempo, podem ser diluídos, pois em um longo período, de modo geral, possíveis oscilações e crises financeiras acabam sendo revertidas.  

 

Pensando nisso, após o devido planejamento, o jovem também pode dedicar uma boa parte de seus investimentos à chamada renda variável, representada pelos fundos de ações e negociação direta de ativos na bolsa de valores através de sistemas home broker. O risco é maior, portanto diversificar é muito importante.

 

Dedicação é fundamental

Todo começo merece um aprofundamento e estudo. Quando falamos em dinheiro e investimentos, um grande diferencial é investir em sua formação. Uma boa faculdade pode abrir milhares de portas e tornar sua carreira, e conseqüentemente sua capacidade de acumular patrimônio, muito maior.

 

Outro ponto é a dedicação ao seu futuro. Imaginemos que você decida investir em ações: existem muitos pontos favoráveis, mas é fundamental se preparar para o que for preciso, inclusive eventuais perdas. Estude o mercado e veja os pontos fortes e fracos para que você consiga garimpar verdadeiras oportunidades.

 

Quando somos jovens, praticamente tudo é permitido. É também a hora de errar! Muitas vezes, os erros podem se tornam grandes aprendizados para quem está atento. O jovem, dentro dos limites de sua realidade, precisa aceitar a responsabilidade de que este é o momento ideal para começar e investir em uma história vencedora.

Publicado por: Ricardo Pereira a las 10:28 am - 0 COMENTARIO Enviar a um Amigo
Conheça os maiores investidores do mundo e busque sua inspiração

Segunda, 31 de Maio de 2010

Conheça os maiores investidores do mundo e busque sua inspiração

 

Quando o assunto é dinheiro, existem grandes exemplos de pessoas que se tornaram ícones devido a sua obstinação e estratégia e espelhos para quem quer encontrar sucesso no mundo dos investimentos. Com o objetivo de trabalhar seu conhecimento neste sentido, resolvemos listar algumas personalidades que surgem sempre no noticiário mundial, referências em investimento, seja no mercado de ações ou no mundo dos negócios.

 

Warren Buffett

Nascido em Omaha (EUA) em 1930 e oriundo de uma família humilde, desde cedo mostrou tino especial para lidar com o dinheiro. Sua fortuna atual, baseada em participações em empresas de diversos mercados e tamanhos, gira em torno de US$ 50 bilhões. Sua metodologia de negócios, que consiste em comprar boas empresas a preços muito baixos, é estudada e cultuada dentro e fora dos EUA, o que gerou diversos livros sobre a figura emblemática deste mega investidor.

George Soros

Húngaro de Budapeste, Soros teve seu nome ligado a especulações no mercado financeiro, principalmente em taxa de câmbio. Um de seus feitos mais comentados foi uma ação especulativa contra um banco inglês, quando conseguiu, em um único dia, ganhar mais de US$ 1 bilhão. Soros é muito ouvido pelas autoridades financeiras mundiais e mantém sua fortuna através de movimentações financeiras conhecidas como hedge, através de seus fundos de investimento.

Eike Batista

Considerado o homem mais rico do Brasil e o oitavo homem mais rico do mundo, Eike é um homem de muita visão, que se notabilizou pela enorme capacidade de assumir e vencer riscos. Atualmente, possui negócios de grande relevância no ramo de mineração, logística e petróleo. Sua fortuna é estimada em US$ 27 bilhões.

Jorge Paulo Lehman

Considerado o segundo homem mais rico do Brasil, Jorge Paulo foi um grande visionário, pois conseguiu criar mais do que negócios rentáveis. Foi responsável por uma geração de pessoas com perfil vencedor e busca incessante por resultados. Sua visão aguçada resultou em verdadeiros ícones dentro e fora do Brasil, como o mítico Banco Garantia e a multinacional AB-Inbev. Adepto da meritocracia, fez sua fortuna dando aos colegas de trabalho a oportunidade de também enriquecer.

Carlos Slim

De acordo com a revista Forbes, o mexicano Carlos Slim é atualmente a pessoa mais rica do mundo. Empresário do setor de Telecomunicações, Slim possui negócios em muitos países e uma fortuna acumulada de US$ 53,5 bilhões. Tem personalidade forte, mas é uma pessoa acessível, que está presente em seus negócios. Suas empresas atuam no Brasil através da Claro, operadora de telefonia móvel.

Escolha seu exemplo

É claro que cada figura acima tem sua característica pessoal, mas todas compartilham alguns valores e princípios: através de comprometimento, muito trabalho e busca incessante pelo sucesso, todos se tornaram grandes vencedores. A mensagem principal que fica para todos nós é que o sucesso é possível. Qualquer pessoa vitoriosa, seja como investidor, empresário ou mesmo dentro de sua profissão, sabe que precisa trabalhar, saber se relacionar e também arriscar!

Publicado por: Ricardo Pereira a las 12:05 pm - 0 COMENTARIO Enviar a um Amigo
Como conseguir poupar em 2010, 2011, 2012…

Quinta, 17 de Dezembro de 2009

Como conseguir poupar em 2010, 2011, 2012…

 Mais um ano que termina e outro que chega. E, depois de uma crise e de um ano de ajustes, 2010 surge com ótimas perspectivas econômicas. O Brasil deve continuar crescendo, o que significa maiores oportunidades para todos que souberem aproveitar o cenário positivo que é vislumbrado. Aposto que é isso que anda lendo por ai, certo?

Atenção: muitas pessoas acabam deixando-se levar por esse ambiente otimista e, ao invés de criar uma poupança para o futuro, acabam justamente contraindo dívidas que podem acompanhá-la por muito tempo, lhes tirando a oportunidade de poupar. Preferem gastar porque tem a certeza de que poderão pagar. É aquela história: na bonança ninguém lembra de pensar na crise. Quando ela chega, a lembrança ressurge, mas é tarde demais.

Vamos mudar este quadro? O primeiro e decisivo passo para quem quer poupar é definir um projeto de vida. Raros são aqueles que conseguem êxito poupando apenas por poupar; é preciso um objetivo palpável para o dinheiro. A razão é simples: aquele dinheiro guardado sem propósito pode rapidamente se transformar em um gasto desnecessário quando a emoção falar mais alto. E isso acontece muito!

Definido seu objetivo, é hora de pegar a calculadora e descobrir quanto seu objetivo custará e qual o tempo que levará até conseguir alcançá-lo. Parece simples, mas para que o planejamento funcione é fundamental que a mudança de atitude seja uma grande aliada. Repare que existe em minhas palavras um cuidado enorme em poupar para consumir no futuro de uma maneira mais consciente.

“Deixar de consumir e pregar a abstinência ao verbo comprar só transformaria o país em um pólo de desempregados, afinal é o consumo que movimenta a economia e gera empregos. O “X” da questão é descobrir se o bem de consumo que você quer não representará uma dívida que comprometerá seu futuro. O “X” da questão é o seu futuro.”                
(www.dinheirama.com)

A vida é repleta de coisas belas e devemos sempre planejar para conseguir. Lindo, mas onde fica o lado prático das coisas? Pois é, o imediatismo característico do século XXI pode ser o grande vilão e principal adversário de seu bolso. Você vai ceder ao ímpeto emocional ligado ao consumo ou vai tornar a disciplina e o respeito mais presentes em seu cotidiano? Decida o mais brevemente possível quais armas vai utilizar para enfrentar seu inimigo e ponha-se a trabalhar nisso!

A leitura e a informação são fortes aliados que o levarão ao planejamento financeiro eficiente, à conduta sóbria e sensata diante das inúmeras tentações consumistas apresentadas por ai. Insistir nos chavões me parece adequado: respeite seu padrão de vida, gaste menos do que ganha e não dê um passo maior que a perna! Assim será possível garantir em 2010, 2011, 2012, 2013 e por muito tempo estratégias eficientes e vencedoras para seus investimentos e para o país.

Publicado por: Ricardo Pereira a las 5:15 pm - 0 COMENTARIO Enviar a um Amigo
Série investimento - Imóvel é um investimento? Comprar ou alugar?

Terça, 24 de Novembro de 2009

Série investimento - Imóvel é um investimento? Comprar ou alugar?

O sonho da grande maioria da população brasileira é a casa própria. Muitos brasileiros gostariam de ter um imóvel e esse parece ser o principal objetivo financeiro de uma grande parcela de nossa população. Nos últimos anos, dentro do universo da educação financeira muitas questões começaram a ser levantadas sobre o assunto, entre elas um ponto importante principalmente para quem começa sua vida profissional e/ou familiar: o que é melhor, comprar ou alugar um imóvel? Alguns se perguntam se o imóvel deve ser considerado um investimento.

Em primeiro lugar, existem diversas situações que devem ser levadas em consideração quando se decide comprar um imóvel. A questão social e emocional é muito impactante e nem sempre abre espaço para uma discussão mais racional e pautada na matemática financeira. Cabe ressaltar que não existe certo ou errado, já que uma decisão pessoal envolve questões bastante particulares.

Mas, não há como negar que uma condição primordial é a questão financeira. Não raro, nos deparamos com situações em que não temos o dinheiro para a compra do imóvel à vista e nos vemos diante da opção tentadora de financiar o valor do bem e pagar em até trinta ou mais anos. É preciso compreender e aceitar que, nesta modalidade, paga-se, ao final, muito mais do que o valor recebido como crédito (valor de compra do bem).

Veja o exemplo abaixo, retirado do artigo “Imóvel: comprar ou alugar?” escrito pelo consultor financeiro Conrado Navarro, autor do livro “Vamos falar de Dinheiro?” (Novatec) e fundador do Dinheirama.com:

“Vamos  considerar um imóvel no valor de R$ 100.000,00. Via de regra, para financiar um determinado valor, serão cobrados juros e pagamento das parcelas por um determinado tempo. Suponha juros de 1,2% ao mês e financiamento em 20 anos (240 meses). Neste caso, a parcela a ser paga é de R$ 1.272,68. Por enquanto, você pagou R$ 1.272,68 por mês e ao final de 20 anos tem seu imóvel no valor de R$ 100.000,00 mais valorização (ou desvalorização). Pelo bem, você terá desembolsado R$ 305.443,20. O imóvel vale isso tudo?

Bom, se você optou pelo financiamento, pode dispor de R$ 1.272,68 todo mês. Note como a matemática financeira pode ser ‘traiçoeira’ - e por isso muito interessante e valiosa. Se você optasse por pagar um aluguel de R$ 750,00 e, portanto investisse a diferença de R$ 522,68 (valor da parcela – valor do aluguel) em um produto conservador, capaz de render 0,4% ao mês (descontada a inflação), durante os mesmos 20 anos, quando será que teria? Aproximadamente R$ 210 mil. Os R$ 100 mil para comprar um imóvel estariam disponíveis, integralmente e à vista, em cerca de 12 anos. Que tal?”

Os cálculos usados são simples, mas bastante poderosos. O financiamento pode se converter em uma opção terrivelmente cruel e ilusória para quem desconhece os números e as possibilidades que o uso consciente do dinheiro possibilita. Isso porque o compromisso de pagamento se estenderá por muito tempo e o valor pago quase nunca pode ser recuperado – a valorização do imóvel pode ocorrer (e geralmente ocorre), mas poucos optam por vender o imóvel e realizar o lucro.

Ao contrário do que pode parecer, sou a favor da compra da casa própria. Isso tem bastante valor para minha família e respeito a decisão – e tenho minha casa própria. Mas, não se iluda, a casa onde vive não é um investimento. É patrimônio, mas gera despesas, custos de manutenção etc. Nada melhor do que o aconchego do lar, mas para que pagar mais do que o triplo do valor se, com disciplina e suporte da família, é possível tomar uma decisão muito mais inteligente?

Publicado por: Ricardo Pereira a las 8:39 am - 0 COMENTARIO Enviar a um Amigo