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Meu nome é Ricardo Pereira, tenho 33 anos, sou casado e tenho uma filha de 3 anos. Estou muito feliz por participar do Projeto Consumidor Consciente e junto a Mastercard Worldwide levar a educação financeira à um grande número de pessoas....

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Tenho 29 anos e sou independente financeiramente. Desde muito cedo aprendi a importância da disciplina e do planejamento financeiro. Como grande entusiasta da educação financeira, estou muito feliz com a oportunidade de colaborar com o projeto Consumidor Consciente da Mastercard Worldwide...

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Bons investimentos dependem de suas atitudes

Segunda, 23 de Agosto de 2010

Bons investimentos dependem de suas atitudes

 

Pense em algo que você quer muito, qualquer coisa. Pense em algo que já desejou muito e conquistou. Como foi possível adquirir, viver ou experimentar a sensação de chegar lá? Você se dedicou, abriu mão de algumas coisas, definiu seu objetivo e lutou por ele, certo? Você agiu de forma determinada. Você teve atitude!

 

Aonde deseja chegar agora? Qual o próximo objetivo? A partir do momento em que começamos a trabalhar, a estudar e a formar uma família, mais e mais os objetivos têm relação direta com o capital disponível. As conquistas parecem ficar mais distantes. É a sensação de estar apenas vivendo, comprando o que der, curtindo na medida do possível.

 

Onde fica a atitude para situações deste tipo? Ora, se você já foi capaz de sustentar um objetivo com foco, disciplina e força de vontade - e todos já fizemos isso - o que o impede de repetir tal ação de forma sistemática, objetivando o saudável hábito de planejar e contar com os investimentos para ir cada vez mais longe?

 

Investimentos?

Agora que você trabalha e tem seu próprio salário, a responsabilidade de planejar seu bem-estar é inteiramente sua. Os investimentos podem ser seus aliados na possibilidade de atingir a independência financeira e garantir um padrão de vida confortável no futuro. Logo, investir também significa ter atitude!

 

Comece pesquisando as opções, alocando seu dinheiro de forma a considerar o aspecto do tempo:

 

·         Curto prazo. Liste seus objetivos mais imediatos, como a viagem de férias, a compra de uma nova TV ou aqueles presentes para o Natal. Precifique cada uma das metas e veja quais os recursos que deve precisar, além da data em que seria interessante realizá-las. Opte por alternativas conservadoras de investimento como a caderneta de poupança;

 

·         Médio prazo. Período que está entre dois e cinco anos de se concretizar. Aqui, você deve alimentar aquela idéia de trocar de carro, fazer a reforma etc. Também é importante saber quanto cada um desses objetivos exigirá de capital e optar por investimentos conservadores e moderados, como fundos de renda fixa e títulos públicos (Tesouro Direto);

 

·         Longo prazo. Comece a pensar e planejar suas ações pensando em um período futuro de cinco ou mais anos. Quando pretende parar de trabalhar? Quanto precisará ter para que isso seja possível? E a entrada/compra da casa própria? Reserve recursos para o futuro mais distante optando por alternativas mistas de investimento. Parte pode estar em produtos conservadores, mas também há espaço para opções como renda variável (bolsa de valores e fundos de ações) e produtos multimercado.

 

Investir bem significa respeitar seus objetivos sem abrir mão da qualidade de vida e do bem estar familiar. Reserve dinheiro para os momentos de celebração, mas também pense na felicidade futura. Afinal, bons investimentos dependem muito mais da atitude do investidor do que do conselho do gerente do banco ou do amigo investidor. Você está no controle!

Publicado por: Ricardo Pereira a las 9:39 am - 0 COMENTARIO Enviar a um Amigo
Como lidar com a emoção na hora de tomar uma decisão financeira?

Segunda, 16 de Agosto de 2010

Como lidar com a emoção na hora de tomar uma decisão financeira?

Comprar sem planejamento é sempre ruim, pois a falta de critério normalmente leva ao exagero e abre brechas para o endividamento do consumidor. Neste sentido, existem momentos específicos que possuem um potencial devastador para suas finanças: os momentos de grande emoção.

Sob a ótica pessoal, os momentos de muita euforia podem ser bons ou ruins. Levando em conta o aspecto financeiro, gastar mais do que o possível nesses momentos é muito comum. A verdade é que devemos evitar decisões financeiras impactantes quando estamos sob efeito de emoções fortes. No momento, a compra parece perfeita, maravilhosa, mas durante muito tempo,  esse ato, muitas vezes, impensado poderá atrapalhar os novos planos de vida.

Pai herói ou pai devedor?
Imagine a seguinte situação: ao chegar em casa, após algum tempo de um ótimo casamento, você é recebido por uma esposa eufórica, que diz: “Você será papai!”. Aconteceu com você? Parabéns! Filhos são maravilhosos, mas este momento é marcado por enorme emoção e, algumas vezes, também por decisões financeiras equivocadas.

No primeiro momento, você percebe que irá precisar comprar móveis novos, roupas para o bebê, fazer uma reforma aqui e outra ali. Alguns consideram trocar o carro por um maior e até mesmo comprar ou alugar uma nova casa. Todos estão felizes! A emoção é intensa e os valores, os preços e o raciocínio financeiro tendem a não parecer significativos. Cuidado!

Em situações assim, é normal que muitas famílias recorram ao financiamento, pois querem garantir rapidamente tudo de melhor para o filho que demora nove  meses para nascer.

Vá com calma!
Comece desfrutando os momentos de felicidade: um jantar e um bom papo podem ter um delicioso efeito e ajudar na comemoração. Então respire fundo e, com muita prudência, converse com seu companheiro (a) sobre quais deverão ser os passos a tomar. Planeje, respeitando o orçamento, seus investimentos e o padrão de vida.

Será que o berço mais caro é realmente indispensável? Aquele um pouco mais simples, mas confortável e que cabe no seu orçamento não é a melhor opção? Afinal, seu filho não o usará para sempre.

Use o exemplo para refletir sobre outros momentos de emoção. Coloque-se diante de perguntas que a empolgação, a felicidade e a emoção geralmente evitam! Não deixe que o impulso fale mais rápido e liquide todo o planejamento feito.

Hora de comemorar
Existem outros exemplos, como receber uma promoção no trabalho, a formatura, a negociação/compra de um bem de valor alto (carro, imóvel etc.). Devemos sempre nos preparar para as situações que podem ocorrer e ter  definida uma estratégia para o futuro.

Para isso, imponha limites de orçamento mesmo que o momento seja especial. Se a emoção é positiva, comemore, extravase toda a alegria, mas com critérios financeiros respeitados, sem dar um passo maior que a perna. A alegria e a recompensa serão ainda maiores.

Publicado por: Ricardo Pereira a las 9:45 am - 0 COMENTARIO Enviar a um Amigo
Série investimento - Imóvel é um investimento? Comprar ou alugar?

Terça, 24 de Novembro de 2009

Série investimento - Imóvel é um investimento? Comprar ou alugar?

O sonho da grande maioria da população brasileira é a casa própria. Muitos brasileiros gostariam de ter um imóvel e esse parece ser o principal objetivo financeiro de uma grande parcela de nossa população. Nos últimos anos, dentro do universo da educação financeira muitas questões começaram a ser levantadas sobre o assunto, entre elas um ponto importante principalmente para quem começa sua vida profissional e/ou familiar: o que é melhor, comprar ou alugar um imóvel? Alguns se perguntam se o imóvel deve ser considerado um investimento.

Em primeiro lugar, existem diversas situações que devem ser levadas em consideração quando se decide comprar um imóvel. A questão social e emocional é muito impactante e nem sempre abre espaço para uma discussão mais racional e pautada na matemática financeira. Cabe ressaltar que não existe certo ou errado, já que uma decisão pessoal envolve questões bastante particulares.

Mas, não há como negar que uma condição primordial é a questão financeira. Não raro, nos deparamos com situações em que não temos o dinheiro para a compra do imóvel à vista e nos vemos diante da opção tentadora de financiar o valor do bem e pagar em até trinta ou mais anos. É preciso compreender e aceitar que, nesta modalidade, paga-se, ao final, muito mais do que o valor recebido como crédito (valor de compra do bem).

Veja o exemplo abaixo, retirado do artigo “Imóvel: comprar ou alugar?” escrito pelo consultor financeiro Conrado Navarro, autor do livro “Vamos falar de Dinheiro?” (Novatec) e fundador do Dinheirama.com:

“Vamos  considerar um imóvel no valor de R$ 100.000,00. Via de regra, para financiar um determinado valor, serão cobrados juros e pagamento das parcelas por um determinado tempo. Suponha juros de 1,2% ao mês e financiamento em 20 anos (240 meses). Neste caso, a parcela a ser paga é de R$ 1.272,68. Por enquanto, você pagou R$ 1.272,68 por mês e ao final de 20 anos tem seu imóvel no valor de R$ 100.000,00 mais valorização (ou desvalorização). Pelo bem, você terá desembolsado R$ 305.443,20. O imóvel vale isso tudo?

Bom, se você optou pelo financiamento, pode dispor de R$ 1.272,68 todo mês. Note como a matemática financeira pode ser ‘traiçoeira’ - e por isso muito interessante e valiosa. Se você optasse por pagar um aluguel de R$ 750,00 e, portanto investisse a diferença de R$ 522,68 (valor da parcela – valor do aluguel) em um produto conservador, capaz de render 0,4% ao mês (descontada a inflação), durante os mesmos 20 anos, quando será que teria? Aproximadamente R$ 210 mil. Os R$ 100 mil para comprar um imóvel estariam disponíveis, integralmente e à vista, em cerca de 12 anos. Que tal?”

Os cálculos usados são simples, mas bastante poderosos. O financiamento pode se converter em uma opção terrivelmente cruel e ilusória para quem desconhece os números e as possibilidades que o uso consciente do dinheiro possibilita. Isso porque o compromisso de pagamento se estenderá por muito tempo e o valor pago quase nunca pode ser recuperado – a valorização do imóvel pode ocorrer (e geralmente ocorre), mas poucos optam por vender o imóvel e realizar o lucro.

Ao contrário do que pode parecer, sou a favor da compra da casa própria. Isso tem bastante valor para minha família e respeito a decisão – e tenho minha casa própria. Mas, não se iluda, a casa onde vive não é um investimento. É patrimônio, mas gera despesas, custos de manutenção etc. Nada melhor do que o aconchego do lar, mas para que pagar mais do que o triplo do valor se, com disciplina e suporte da família, é possível tomar uma decisão muito mais inteligente?

Publicado por: Ricardo Pereira a las 8:39 am - 0 COMENTARIO Enviar a um Amigo
Planejamento Financeiro - O que muda ao sair de casa?

Segunda, 28 de Setembro de 2009

Planejamento Financeiro - O que muda ao sair de casa?

Neste podcast, Conrado Navarro entrevista Filipe Deschamps, fundador do InsiderNews.com.br e profissional especialista em investimentos no portal ADVFN.com, sobre o que muda na vida das pessoas quando estas decidem ir morar sozinhas.

No bate-papo Filipe aborda a importância da realização de planejamento financeiro para esta nova etapa da vida e dá dicas de como conseguir manter todos os custos de uma casa com o próprio dinheiro.

Publicado por: Conrado Navarro a las 10:18 am - 2 COMENTARIOS Enviar a um Amigo