MISTER FINANÇAS

Mr Financas

Sobre mim

Meu nome é Ricardo Pereira, tenho 33 anos, sou casado e tenho uma filha de 3 anos. Estou muito feliz por participar do Projeto Consumidor Consciente e junto a Mastercard Worldwide levar a educação financeira à um grande número de pessoas....

>> Ver meu perfil completo

MISTER FINANÇAS

Mr Financas

Sobre mim

Tenho 29 anos e sou independente financeiramente. Desde muito cedo aprendi a importância da disciplina e do planejamento financeiro. Como grande entusiasta da educação financeira, estou muito feliz com a oportunidade de colaborar com o projeto Consumidor Consciente da Mastercard Worldwide...

>> Ver meu perfil completo

SIGA-NOS

Regras para participar

A equipe do Mister Finanças está ansiosa por receber seus comentários e perguntas neste blog. No entanto, é nosso dever esclarecer que todos os comentários deixados aqui serão revisados antes de serem publicados e que qualquer comentário com linguagem ofensiva ou inapropriada não será publicado. Serão publicados apenas comentários relacionados aos assuntos tratados neste blog e entendemos que esses podem precisar ser editados de tempos em tempos. Por favor, considere que as opiniões expressadas nesta página não representam as opiniões da MasterCard Worldwide ou de suas empresas afiliadas.

BLOG

Um verdadeiro presente para as crianças: educação financeira

Segunda, 19 de Julho de 2010

Um verdadeiro presente para as crianças: educação financeira

O Brasil é um país onde, por muitas décadas, as pessoas conviveram com enormes dificuldades econômicas. O grande exemplo disso era representado nos altos índices inflacionários, que levaram grande parte de uma geração a não ter uma convivência sadia e estratégica com o dinheiro.  O planejamento financeiro no passado era algo muito difícil, atualmente aos poucos começa a fazer parte do dia do brasileiro, mesmo o pais ainda não tendo solucionado todos seus problemas econômicos.
Décadas de grande dificuldade ficaram para trás

O tempo passou, o Brasil mudou e chegamos em um momento diferente: a economia do país está mais estável e o país tem no horizonte um futuro mais favorável.
Se o país mudou, agora as pessoas passam a contar com elementos que podem transformar suas vidas e gerar oportunidades únicas, o que era mais difícil no passado.

Esse novo tempo faz com que escolas, empresas e o país em geral comecem a entender que a educação financeira é uma grande arma para o futuro, principalmente se conseguirmos inserir esse tema dentro do dia-a-dia das crianças.

O poder de mudar e mostrar como fazer!

Práticas e exemplos devem partir dos adultos, principalmente em casa:

• Não gastar mais do que se ganha;
• Planejar os gastos;
• Envolver as crianças com o cotidiano financeiro, nas compras, no troco, nas negociações etc.;
• Evitar desperdícios;
• Criar uma poupança para a família;
• E principalmente conversar sobre dinheiro de uma maneira franca e sem tabus  

No principio pode não parecer fácil – e realmente não é. Essa nova realidade pede uma mudança cultural, mas estamos diante de um momento favorável para isso e nós somos os responsáveis por esse novo tempo. Que tal assumir a responsabilidade pela cidadania de sua família e investir em conhecimento financeiro nesse sentido?

Sabemos que o brasileiro, de uma maneira geral ainda possui dificuldades de lidar com os assuntos relacionados a dinheiro, cabe a nós contribuir para que as próximas gerações através da educação financeira experimentem uma realidade diferente, e o poder do exemplo é nosso grande trunfo para isso.

Publicado por: Ricardo Pereira a las 9:00 am - 0 COMENTARIO Enviar a um Amigo
Sou jovem e quero investir. Por onde começar?

Segunda, 5 de Julho de 2010

Sou jovem e quero investir. Por onde começar?

Pensar no futuro é algo fundamental, principalmente quando somos jovens e o futuro parece ser algo tão distante. A realidade mostra que o tempo passa muito rápido e, justamente por isso, é indispensável encontrar, desde cedo, um bom destino para os investimentos.

 

Para iniciar o chamado “pé de meia”, um investimento muito eficiente é a caderneta de poupança. Mesmo que ainda não tenha uma renda assalariada ou viva de mesada, você já pode separar um percentual para investir e planejar os dias que virão.

 

Por que a poupança?

É um investimento que não cobra taxa de administração e não tem incidência de Imposto de Renda, sendo ainda preservada de maiores riscos pelo FGC (Fundo Garantidor de Crédito): valores de até R$ 60 mil são assegurados em caso de qualquer problema com o banco. A poupança também pode servir para acumular um saldo maior para no futuro criar condições de investimento em produtos mais sofisticados.

 

Tempo, um ativo valioso.

Quem é jovem tem em seu perfil o maior diferencial quando o assunto são investimentos: o fator tempo. Trata-se de um componente que, desde que com a devida prudência e dentro dos limites impostos pela realidade de cada um, permite ao jovem correr certos riscos. Riscos esses que, com o tempo, podem ser diluídos, pois em um longo período, de modo geral, possíveis oscilações e crises financeiras acabam sendo revertidas.  

 

Pensando nisso, após o devido planejamento, o jovem também pode dedicar uma boa parte de seus investimentos à chamada renda variável, representada pelos fundos de ações e negociação direta de ativos na bolsa de valores através de sistemas home broker. O risco é maior, portanto diversificar é muito importante.

 

Dedicação é fundamental

Todo começo merece um aprofundamento e estudo. Quando falamos em dinheiro e investimentos, um grande diferencial é investir em sua formação. Uma boa faculdade pode abrir milhares de portas e tornar sua carreira, e conseqüentemente sua capacidade de acumular patrimônio, muito maior.

 

Outro ponto é a dedicação ao seu futuro. Imaginemos que você decida investir em ações: existem muitos pontos favoráveis, mas é fundamental se preparar para o que for preciso, inclusive eventuais perdas. Estude o mercado e veja os pontos fortes e fracos para que você consiga garimpar verdadeiras oportunidades.

 

Quando somos jovens, praticamente tudo é permitido. É também a hora de errar! Muitas vezes, os erros podem se tornam grandes aprendizados para quem está atento. O jovem, dentro dos limites de sua realidade, precisa aceitar a responsabilidade de que este é o momento ideal para começar e investir em uma história vencedora.

Publicado por: Ricardo Pereira a las 10:28 am - 0 COMENTARIO Enviar a um Amigo
Como conseguir poupar em 2010, 2011, 2012…

Quinta, 17 de Dezembro de 2009

Como conseguir poupar em 2010, 2011, 2012…

 Mais um ano que termina e outro que chega. E, depois de uma crise e de um ano de ajustes, 2010 surge com ótimas perspectivas econômicas. O Brasil deve continuar crescendo, o que significa maiores oportunidades para todos que souberem aproveitar o cenário positivo que é vislumbrado. Aposto que é isso que anda lendo por ai, certo?

Atenção: muitas pessoas acabam deixando-se levar por esse ambiente otimista e, ao invés de criar uma poupança para o futuro, acabam justamente contraindo dívidas que podem acompanhá-la por muito tempo, lhes tirando a oportunidade de poupar. Preferem gastar porque tem a certeza de que poderão pagar. É aquela história: na bonança ninguém lembra de pensar na crise. Quando ela chega, a lembrança ressurge, mas é tarde demais.

Vamos mudar este quadro? O primeiro e decisivo passo para quem quer poupar é definir um projeto de vida. Raros são aqueles que conseguem êxito poupando apenas por poupar; é preciso um objetivo palpável para o dinheiro. A razão é simples: aquele dinheiro guardado sem propósito pode rapidamente se transformar em um gasto desnecessário quando a emoção falar mais alto. E isso acontece muito!

Definido seu objetivo, é hora de pegar a calculadora e descobrir quanto seu objetivo custará e qual o tempo que levará até conseguir alcançá-lo. Parece simples, mas para que o planejamento funcione é fundamental que a mudança de atitude seja uma grande aliada. Repare que existe em minhas palavras um cuidado enorme em poupar para consumir no futuro de uma maneira mais consciente.

“Deixar de consumir e pregar a abstinência ao verbo comprar só transformaria o país em um pólo de desempregados, afinal é o consumo que movimenta a economia e gera empregos. O “X” da questão é descobrir se o bem de consumo que você quer não representará uma dívida que comprometerá seu futuro. O “X” da questão é o seu futuro.”                
(www.dinheirama.com)

A vida é repleta de coisas belas e devemos sempre planejar para conseguir. Lindo, mas onde fica o lado prático das coisas? Pois é, o imediatismo característico do século XXI pode ser o grande vilão e principal adversário de seu bolso. Você vai ceder ao ímpeto emocional ligado ao consumo ou vai tornar a disciplina e o respeito mais presentes em seu cotidiano? Decida o mais brevemente possível quais armas vai utilizar para enfrentar seu inimigo e ponha-se a trabalhar nisso!

A leitura e a informação são fortes aliados que o levarão ao planejamento financeiro eficiente, à conduta sóbria e sensata diante das inúmeras tentações consumistas apresentadas por ai. Insistir nos chavões me parece adequado: respeite seu padrão de vida, gaste menos do que ganha e não dê um passo maior que a perna! Assim será possível garantir em 2010, 2011, 2012, 2013 e por muito tempo estratégias eficientes e vencedoras para seus investimentos e para o país.

Publicado por: Ricardo Pereira a las 5:15 pm - 0 COMENTARIO Enviar a um Amigo
Fundo de reserva: minimizando o impacto dos imprevistos

Segunda, 21 de Setembro de 2009

Fundo de reserva: minimizando o impacto dos imprevistos

Por Ricardo Pereira

Já é possível perceber que muitos cidadãos brasileiros observam e vivem os benefícios de uma economia estabilizada e mais previsível. A mudança não se dá apenas no consumo ou no interesse por aplicações e investimentos mais sofisticados. A estabilidade econômica de um país permite que todos possam sonhar e planejar o futuro de forma mais consistente e natural.

Tal sensação de segurança já dá inicio a um processo capaz de levar milhares de brasileiros a poupar um certo valor de seu orçamento e investir pensando no futuro. Como essa cultura ainda é nova no Brasil, as pessoas acabam caindo em um problema relativamente comum: em uma emergência ou momento de necessidade financeira, o valor do investimento precisa ser resgatado para suprir a falta momentânea. E aquele que era o investimento passa a ser a salvação.

Não estar preparado para algumas emergências é sinal de que seu planejamento e orçamento doméstico ainda podem ser melhorados. Não ter uma reserva para eventualidades pode comprometer o potencial de suas escolhas e investimentos, além de criar uma séria deficiência dentro do seu cronograma. Assim, a criação do fundo de reserva é um item fundamental dentro de um planejamento eficaz.

Uma boa pergunta que pode demonstrar a necessidade desse fundo de reserva é: se hoje você perder seu atual emprego, por quanto tempo você conseguirá viver sem a renda mensal com que você contava até então? Para o caso dos autônomos, o problema pode ser ainda mais sério, afinal administrar um fluxo inconstante de receitas é um grande desafio.

A verdade é que a maioria das pessoas não conseguiria viver mais do que 3 meses sem ter que recorrer a empréstimos ou crédito. Muitos não passam de um mês sequer. O ideal, na minha opinião, é poder se sustentar por pelo 12 meses (mantendo o mesmo padrão de vida). Se achar o valor muito fora de sua realidade, comece mais devagar: garanta seis meses de salário para emergências e vai ver como seu dia a dia se tornará muito mais proveitoso e seguro.

Perdeu o emprego? Esse tempo lhe garantirá tranquilidade suficiente para escolher um novo trabalho, sem a pressa que a necessidade da renda costuma causar. Sua família sofre menos com a situação e você pode participar de mais processos de seleção.

É trabalhador autônomo? Esse tempo lhe garantirá um fundo de capital capaz de cobrir as inconstantes entradas de dinheiro. Em um mês de pouco faturamento, uso o fundo e sustente seu padrão de vida. Quando o faturamento aumentar, reponha o dinheiro usado no momento crítico.
Ao optar por criar um fundo de reserva, a primeira grande questão é sobre onde guardar o dinheiro.

Alguns aspectos devem ser analisados: o produto ou investimento deve ter boa liquidez (o que garante o saque/resgate rapidamente), sofrer pouca ou nenhuma tributação e ser de baixo risco.

Dentro da atual conjuntura, uma boa pedida para destinar seu fundo é a caderneta de poupança. Além de possuir uma garantia de saque de até R$ 60 mil pelo FGC (Fundo Garantidor de Crédito) em caso de quebra da Instituição Financeira, a atual rentabilidade da poupança é extremamente competitiva. A poupança já oferece rentabilidade líquida maior que a de diversos fundos conservadores.

Algumas pessoas usam, erroneamente, alguns produtos financeiros caros (como cheque especial) como fundo de reserva. Cuidado! Atenção! Os juros altos podem colocá-lo em um situação perigosa e arrastá-lo para uma dívida alta, cada vez maior por conta do efeito dos juros compostos. A facilidade de uso justifica seu preço, portanto evite este tipo de instrumento.

Um exercício interessante coloca você no papel de banco de sua vida: você pode usar o mesmo expediente dos juros e empréstimo para incrementar seu fundo de reserva. Ao recorrer ao seu fundo de reserva (sua poupança, por exemplo), use a mesma sistemática de juros que pagaria a uma instituição financeira. Por exemplo: se pegar de sua reserva R$ 100,00 para cobrir uma despesa, comprometa-se a depositar R$ 105,00 no mês seguinte para compensar. Seu fundo e sua segurança rapidamente aumentarão.

Publicado por: Ricardo Pereira a las 9:56 am - 0 COMENTARIO Enviar a um Amigo