Um investimento muito comentado nos últimos anos é o chamado “Tesouro Direto”. Aprenda mais sobre essa alternativa de investimento.
O que é Tesouro Direto?
Tesouro Direto é, na prática, um programa que possibilita que o investidor pessoa física adquira títulos públicos federais.
E o que são títulos públicos federais?
Títulos públicos são ativos de renda fixa cujo objetivo é viabilizar a captação de recursos para: a) financiar o déficit orçamentário; b) refinanciar a dívida pública; e c) realizar operações para fins específicos, definidos em lei.
Qual o valor mínimo para poder investir no Tesouro Direto?
Não existe um valor mínimo e sim uma quantidade mínima de títulos. A fração inicial é de 0,2 título, algo próximo atualmente de R$ 180,00. É importante salientar que existe sim um valor máximo para investir no Tesouro Direto: R$ 400 mil ao mês.
Existe risco ao optar pelo investimento no Tesouro Direto?
A compra de um título público significa, usando palavras simples, emprestar dinheiro para o governo. A chance de o país quebrar financeiramente é remota, o que faz do Tesouro Direto um dos investimentos conservadores de menor risco existentes hoje em dia.
Quais são os títulos públicos disponíveis?
São quatro as modalidades de título disponíveis e seus tipos variam de acordo com o perfil do investidor e tempo de investimento (curto e médio prazo). Para aplicações de curto prazo, estão disponíveis as Letras do Tesouro, nas opções LFT (Letra Financeira do Tesouro) e LTN (Letra do Tesouro Nacional). Para o médio prazo estão disponíveis a NTN-B (Nota do Tesouro Nacional série B) e NTN-F (Nota do Tesouro Nacional série F).
Pagarei algum tipo de taxa para investir nos títulos públicos?
A CBLC (Casa Brasileira de Liquidação e Custódia) cobra taxa de custódia de 0,4% ao ano sobre o valor de compra, referente aos serviços de guarda dos títulos, saldos e movimentação dos investidores. Além disso, há uma taxa cobrada pelo Agente de Custódia (o banco ou corretora que você escolheu para o cadastro) que varia de 0% a 4,5% ao ano. A média é de 0,3% ao ano.
Eu posso investir diretamente em meu banco de relacionamento?
O primeiro passo deve ser a realização de seu cadastro de investidor junto ao chamado Agente de Custódia, que pode ser o banco em que você tem conta ou uma corretora de valores mobiliários. Se não sabe se o seu banco ou corretora é um Agente de Custódia registrado, acesse a lista completa com os nomes de todos eles. [1]
Depois de realizado o cadastro, você receberá uma senha por e-mail. Esta senha será associada ao seu CPF. Com as informações de cadastro, você deve acessar a página de login do sistema de compra e venda de títulos – https://seguro.cblc.com.br/tesourodireto/ [2] - e entrar no sistema com seu CPF e senha. Há casos de sistemas integrados do Agente de Custódia (normalmente corretoras) em que você realiza a compra e venda diretamente no sistema da instituição.
Se você deseja saber mais e conhecer detalhes de rentabilidade dos títulos, utilize o simulador de operações com títulos públicos [3] disponibilizado pelo site do Tesouro Direto. No site do Tesouro Direto – www.tesourodireto.gov.br [4] – você encontrará mais informações. Além disso, o site Dinheirama.com também preparou um artigo que auxilia na busca por mais informações a respeito do assunto, ensinando como investir em títulos públicos e Tesouro Direto. [5]
Conhecer mais sobre investimentos é uma boa oportunidade de alavancar sua vida financeira. Até a próxima.
Links:
[1] http://www.tesouro.fazenda.gov.br/tesouro_direto/instituicoes_index.asp
[2] https://seguro.cblc.com.br/tesourodireto/
[3] http://simuladortesourodireto.cblc.com.br/
[4] http://www.tesourodireto.gov.br/
[5] http://dinheirama.com/blog/2011/01/20/tesouro-direto-como-investir-rentabilidade-vantagens-e-caracteristicas/
[6] http://www.consumidorconsciente.org/blog/2012/04/tesouro-direto-como-investir
[7] http://www.consumidorconsciente.org/system/files/imagefield_default_images/27.jpg